Sinto que preciso desesperadamente de ferias... como se uma necessidade se tratasse... o desgaste fisico e psicologico possui me de uma incontrolavel... Preciso de respirar a brisa do mar... nem k seja so para poder ficar ali perdida no tempo, no espaço... eskecer tudo como se por apenas em alguns instantes, e me pudesse libertar de tudo o k me chateia... sentir e respirar fundo aquele ar k nos purifica a alma... Sinto muita falta de esse ar purificante daqueles momentos em k apenas fomos eu e o mar...
Em algum lugar sobre o arco-íris Bem lá no alto E os sonhos que você sonhou Uma vez em um conto de ninar ii ii ii Em algum lugar sobre o arco-íris Pássaros azuis voam E os sonhos que você sonhou Sonhos realmente se tornam realidade ooh ooooh Algum dia eu vou desejar por uma estrela Acordar onde as nuvens estão muito atrás de mim ee ee eeh Onde problemas derretem como balas de limão Bem acima dos topos das chaminés é onde você me encontrará, ohh Em algum lugar sobre o arco-íris pássaros azuis voam E o sonho que você desafiar, por que, porque eu não posso? i iiii
Bom, eu vejo árvores cheias de vida e Rosas vermelhas também Eu vou assisti-las florescer pra mim e pra você E eu penso comigo Que mundo maravilhoso
Bem eu vejo céus azuis e eu vejo nuvens brancas E o brilho do dia Eu gosto do escuro e eu penso comigo Que mundo maravilhoso As cores do arco-íris tão bonitas no céu Também estão no rosto das pessoas que passam Eu vejo amigos apertando as mãos Dizendo, "como vai você?" Eles estão realmente dizendo, eu, eu amo você Eu ouço bebês chorando e eu os vejo crescer Eles vão aprender muito mais Que nós saberemos E eu penso comigo Que mundo maravilhoso ohhhh
Algum dia eu vou desejar por uma estrela Acordar onde as nuvens estão muito atrás de mim ee ee eeh Onde problemas derretem como balas de limão Bem acima dos topos das chaminés é onde você me encontrará, ohh Em algum lugar sobre o arco-íris bem lá no alto E o sonho que você desafiar, por que, porque eu não posso? i iiii
(...)Às vezes mais vale desistir do que insistir, esquecer do que querer, arrumar do que cultivar, anular do que desejar. No ar ficará para sempre a dúvida se fizemos bem, mas pelo menos temos a paz de ter feito aquilo que devia ser feito, (...).Às vezes é preciso mudar o que parece não ter solução, deitar tudo abaixo para voltar a construir do zero, bater com a porta e apanhar o último comboio no derradeiro momento e sem olhar para trás, abrir a janela e jogar tudo borda fora, queimar cartas e fotografias, esquecer a voz e o cheiro, as mãos e a cor da pele, apagar a memória sem medo de a perder para sempre, esquecer tudo, cada momento, cada minuto, cada passo e cada palavra, cada promessa e cada desilusão, atirar com tudo para dentro de uma gaveta e deitar a chave fora, ou então pedir a alguém que guarde tudo num cofre e que a seguir esqueça o segredo.Às vezes é preciso saber renunciar, não aceitar, não cooperar, não ouvir nem contemporizar, não pedir nem dar, não aceitar sem participar, sair pela porta da frente sem a fechar, pedir silêncio e paz e sossego, sem dor, sem tristeza e sem medo de partir. E partir para outro mundo, para outro lugar, mesmo quando o que mais queremos é ficar, permanecer, construir, investir, amar. Porque quem parte é quem sabe para onde vai, quem escolhe o seu caminho e mesmo que não haja caminho porque o caminho se faz a andar, o sol, o vento, o céu e o cheiro do mar são os nossos guias, a única companhia, a certeza que fizemos bem e que não podia ser de outra maneira. Quem fica, fica a ver, a pensar, a meditar, a lembrar. Até se conformar e um dia então esquecer.
Margarida Rebelo Pinto
domingo, 10 de maio de 2009
“Podias ter-me dito que ias sair da minha vida. o amor é mesmo isto, nunca sabemos quando acaba ou se transforma em dor, e eu sabia que a tua paixão não iria resistir à erosão do tempo, ao frio dos dias, ao vazio da cama, ao silêncio da distância. Há um tempo para acreditar, um tempo para viver e um tempo para desistir, e nós tivemos muita sorte porque vivemos todos esses tempos no modo certo. Podias ter-me dito que querias conjugar o verbo desistir. Demorei muito tempo a aceitar que, às vezes, desistir é o mesmo que vencer, sem travar batalhas. Antigamente pensava que não, que quem desiste perde sempre, que a subtracção é a arma mais cobarde dos amantes, e o silêncio a forma mais injusta de deixar fenecer os sonhos. Mas a vida ensinou-me o contrário. Hoje sei que desistir é apenas um caminho possível, às vezes o único que os homens conhecem. Contigo aprendi que o amor é uma força misteriosa e divina. Sei que também aprendeste muito comigo, mais do que imaginas e do que agora consegues alcançar. Só o tempo te vai dar tudo o que de mim guardaste, esse tempo que é uma caixa que se abre ao contrário: de um lado estás tu, e do outro estou eu, a ver-te sem te poder tocar, a abraçar-te todas as noites antes de adormeceres e a cada manhã ao acordares. Não sei quando te voltarei a ver ou a ter notícias tuas, mas sabes uma coisa? Já não me importo, porque guardei-te no meu coração antes de partir. Numa noite perfeita entre tantas outras, liguei o meu coração ao teu com um fio invisível e troquei uma parte da tua alma com a minha, enquanto dormias.”